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Metrô-DF adere a termo de compromisso por equidade de gênero e raça

Adesão à 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, instituído pelo Ministério das Mulheres, ocorreu nesta terça-feira (28)

Em cerimônia realizada nesta terça-feira (28), na sede do Banco do Brasil, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) assinou o termo de compromisso para a implementação do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, instituído pelo Ministério das Mulheres, por meio da Portaria n° 288, de 27 de outubro de 2023.

O programa é uma iniciativa do governo federal, coordenado pelo Ministério das Mulheres, por meio da Secretaria Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados do Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério da Igualdade Racial, Ministério do Trabalho e Emprego, ONU Mulheres e Organização Internacional do Trabalho (OIT). A sétima edição do programa contou com a adesão de 103 empresas públicas e privadas.

A partir da assinatura do termo, as empresas e organizações se comprometem a conscientizar, sensibilizar e estimular práticas de gestão que promovam a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens dentro da empresa | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

O objetivo do programa é conscientizar e incentivar empregadoras e empregadores a adotarem práticas de gestão de pessoas e de cultura organizacional que promovam a equidade de gênero e raça dentro do ambiente de trabalho.


A partir da assinatura do termo, as empresas e organizações se comprometem a conscientizar, sensibilizar e estimular práticas de gestão que promovam a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens dentro da empresa. Além disso, contribuir para a eliminação de todas as formas de discriminação no acesso, remuneração, ascensão e permanência das mulheres no emprego, bem como implementar as ações previstas no plano de ação.

Todas as práticas são acompanhadas por um comitê e, daqui a dois anos, as empresas que cumprirem as metas estabelecidas recebem o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, uma certificação do governo federal.

A cerimônia contou com a presença da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves; da presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros; do diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Vinícius Pinheiro; da representante da ONU Mulheres no Brasil, Ana Carolina Querino; das secretárias nacionais Márcia Lima, do Ministério da Igualdade Racial, e Márcia Rollemberg, do Ministério da Cultura; além da deputada federal Dandara Tonantzin e de presidentes, CEOs e diretores das empresas.

O objetivo do programa é conscientizar e incentivar empregadoras e empregadores a adotarem práticas de gestão de pessoas e de cultura organizacional que promovam a equidade de gênero e raça dentro do ambiente de trabalho

O diretor de Operação e Manutenção do Metrô-DF, Márcio Aquino, representou a companhia, assinando o termo. “Aderir ao programa é mais um passo na nossa caminhada rumo ao desenvolvimento da gestão e da nossa estratégia de governança e boas práticas. Não há como evoluir na gestão sem reconhecer a importância da equidade de gênero e de raça. No Metrô-DF, todas as gerências de operação são ocupadas por mulheres e a maioria das assessorias da presidência também. Mas ainda há muito a ser feito”, explicou.

De fato há muito a ser feito em toda a sociedade, conforme as autoridades comentaram em discurso. Diretor da OIT, Vinícius Pinheiro lembrou de índices absurdos que ainda perduram: mulheres ganham 22% a menos que os homens nas mesmas funções e trabalham 11 horas por semana a mais em trabalhos de cuidados domésticos.

A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, disse que é fundamental garantir a democracia no Brasil, lembrando que a maioria da população é de mulheres e de negros. “Essas empresas não estão aderindo apenas a um programa, mas a um processo civilizatório de mudança do mundo”, disse.

E explicou que o Brasil tem que participar dessa mudança: “Um Brasil que não seja aquele que não respeita a igualdade salarial entre homens e mulheres. Um Brasil que não aceita que a cada seis horas uma mulher seja morta por feminicídio e, a cada quatro minutos, sofra violência sexual, sendo a maioria meninas com até 13 anos de idade”.

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Fato Novo com informações e imagens: Metrô-DF / Agência Brasília

 

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