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Protocolo fortalece ações de resposta à violência nas escolas públicas do DF

Garantir escolas mais seguras, humanas e acolhedoras é o objetivo do documento apresentado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) nesta terça-feira (19). O material traz orientações práticas e integradas para preparar as equipes gestoras a lidarem com situações de violência, oferecendo diretrizes para respostas rápidas e eficazes, além de promover a cultura de paz no ambiente escolar.

Disponibilizado para toda a rede de ensino, o documento foi elaborado de forma colaborativa entre diferentes áreas técnicas da secretaria, com o apoio do Batalhão Escolar da Polícia Militar do DF. O protocolo estabelece etapas de encaminhamento e resolução de conflitos que envolvem alunos, profissionais e a comunidade escolar, reafirmando o compromisso da educação pública com a proteção de todos e a transformação social, um caminho que passa pela escola.

“Este documento não é apenas um manual técnico, mas um instrumento de cuidado, responsabilidade e proteção”, afirmou Ana Beatriz Goldstein, chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz da SEEDF. Para ela, a iniciativa resulta da colaboração entre diversos atores e instituições que acreditam na paz como uma prática coletiva. “A paz se aprende, se pratica e se multiplica. Quando é semeada na escola, se espalha pelo bairro, pela cidade e pela sociedade. Este documento reafirma nosso compromisso de educar transformando realidades”, completou.

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, enfatizou a importância e o simbolismo do ambiente escolar. “Lembro-me de quando, na minha infância, ouvíamos que ‘o chão da escola é sagrado’. Para que esse espaço continue assim, é essencial que haja paz, tranquilidade e um ambiente favorável ao aprendizado”, afirmou. Segundo a gestora, a construção da educação requer cooperação e engajamento coletivo.

“A educação é fruto do trabalho colaborativo e da cooperação. Estamos aqui para reafirmar uma lição que guia todas as ações da Secretaria de Educação: proteger, acolher e formar vidas. A escola não é apenas um lugar de aprendizado; é um espaço de convivência, respeito e valores. É onde a esperança germina e o futuro se constrói”, reforçou.

Saúde mental e acolhimento

A secretária também destacou a importância de cuidar da saúde mental dos profissionais da educação. Para ela, o bem-estar dos docentes é crucial para que a escola seja um ambiente seguro e acolhedor, promovendo o desenvolvimento tanto de alunos quanto da equipe escolar.

“Quando ocorre uma situação de violência, é necessário acionar diferentes instâncias de proteção. Muitas vezes, o sofrimento do aluno ou de sua família está na raiz desses conflitos e precisa ser ouvido com atenção”, explicou a diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, Larisse Cavalcante.

Ela enfatizou a importância de registros detalhados, comunicação imediata com os órgãos de apoio e encaminhamentos para serviços especializados, como unidades de saúde e centros de atenção psicossocial.

Prevenção a crimes cibernéticos

Ainda nesta semana, com foco na disseminação da cultura de paz, a SEEDF, por meio da Assessoria Especial de Cultura de Paz, iniciou o ciclo de palestras “Prevenção aos Crimes Cibernéticos contra Crianças e Adolescentes”, que ocorrerá entre agosto e setembro de 2025. Na última quinta-feira (21), o evento reuniu 1.200 estudantes das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio de todas as Regionais de Ensino, no Auditório Poupex, no Setor Militar Urbano.

As duas sessões, conduzidas pelo delegado Thiago Rodrigues, da Polícia Federal, abordaram os riscos presentes no ambiente digital e as principais formas de proteção e segurança online. A programação busca sensibilizar e orientar jovens, famílias e profissionais da educação sobre os perigos virtuais, destacando a importância da educação digital e do uso consciente das redes. Além de apresentar práticas de prevenção e aspectos legais relacionados ao tema, o ciclo reforça a necessidade de engajamento coletivo na proteção dos estudantes.

“Projetos como este são essenciais para educar nossos alunos sobre os perigos do ambiente digital e promover uma cultura de responsabilidade e proteção. A conscientização precoce fortalece o senso crítico dos jovens, capacitando-os a navegar com segurança e preservar sua privacidade”, enfatizou Ana Beatriz Goldstein.

Com informações da Secretaria de Educação

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