Governadora anuncia plano de melhorias estruturais nas feiras do DF

Governadora anuncia plano de melhorias estruturais nas feiras do DF
Compartilhe

Celina Leão:

“Feira é uma área prioritária neste governo. Precisamos receber de cada feira quais são as demandas mais urgentes para executar aquilo que for necessário. Tem questões de manutenção que conseguimos resolver agora; outras, de reconstrução, exigem uma segunda etapa”, afirmou Celina Leão.

Além disso, o governo estuda criar um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria de Governo (Segov) para acompanhar as demandas do setor. Entre os temas debatidos está a possibilidade de flexibilizar os horários de funcionamento das feiras. A proposta em análise prevê um decreto assinado pela governadora permitindo que cada administração regional tenha autonomia para definir os horários conforme a realidade local.

Outra medida em estudo é a integração das feiras ao programa DF 360, coordenado pela Segurança Pública, ampliando o monitoramento dos espaços públicos.

Infraestrutura e regularização

Durante o encontro, a governadora citou, ainda, a intenção de desenvolver um modelo de programa junto à CEB para atender demandas recorrentes de adequação elétrica nas feiras. “São pedidos muito parecidos: mudança de padrão de energia, adequações técnicas, melhorias de infraestrutura. Estamos fazendo um projeto-modelo com a CEB nas escolas e vamos estudar algo semelhante para as feiras”, explicou.

Dados da Secretaria de Governo apontam que o recadastramento continua crescendo, com cerca de 6 mil feirantes recadastrados. A meta para 2026 é de recadastrar mais 1,5 mil feirantes. Hoje, o Distrito Federal conta com 38 feiras permanentes e três shoppings populares, somando cerca de 13,8 mil bancas cadastradas e cerca de 10 mil feirantes. Desde 2019, mais de R$ 56 milhões foram investidos em construção, reforma e manutenção desses espaços.

A governadora também comentou a situação da Feira Popular, cuja área pertencia à União. Segundo Celina Leão, o GDF solicitou a transferência do espaço ao governo federal e recebeu a doação com ônus. Para que o Distrito Federal possa investir na estrutura da feira, porém, será necessário encaminhar o processo à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para aprovação. “Eu só posso receber algo da União com ônus se eu mandar para a CLDF. Estamos aguardando a apreciação dos nossos deputados, porque, assim, poderemos investir lá”, explicou a governadora.

Clique abaixo para assistir nossa WEB TV

Clique abaixo para ouvir nossa web rádio