Ameixa seca ganha destaque como aliada dos ossos depois dos 50 anos

Depois dos 50 anos, cuidar dos ossos passa a exigir mais atenção. A perda de densidade óssea, que pode evoluir para osteopenia ou osteoporose, é uma preocupação comum, sobretudo entre mulheres após a menopausa. Além do cálcio e da vitamina D, um alimento simples e pouco lembrado pode ajudar: a ameixa seca.
Nutrientes a favor do esqueleto
Pesquisas recentes indicam que comer ameixa seca com regularidade pode ajudar a preservar a massa óssea. A fruta reúne polifenóis, potássio, magnésio, boro e vitamina K, nutrientes importantes para os ossos. Ela também tem ação anti-inflamatória, que ajuda a frear a reabsorção óssea, processo em que o organismo desmancha tecido ósseo mais depressa do que consegue repor.
Um estudo publicado na revista científica Advances in Nutrition observou que mulheres na pós-menopausa que comiam de cinco a seis ameixas secas por dia perderam menos densidade óssea ao longo do tempo do que as que não consumiam a fruta.
A ameixa seca ainda beneficia o intestino. Uma digestão saudável melhora a absorção de cálcio e de outros minerais, o que reforça o efeito sobre os ossos.
Como incluir e quando ter cuidado
A quantidade mais citada é de 5 a 6 unidades por dia, puras ou misturadas a iogurte, vitaminas, cereais ou saladas. Como a fruta tem açúcar natural (frutose) e calorias, o equilíbrio é importante.
Atenção: por conter bastante vitamina K, pessoas com problemas nos rins ou que usam anticoagulantes devem conversar com um médico ou nutricionista antes de adotar a ameixa seca na rotina.
Manter os ossos fortes depois dos 50 envolve mais do que cálcio. Alimentos como a ameixa seca, somados a uma dieta equilibrada, exposição ao sol e atividade física, ajudam a preservar o esqueleto e a qualidade de vida.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Shijan Kaakkara/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)







