Amora: sete benefícios da fruta para a saúde, do intestino ao coração

Versátil e fácil de incluir no cardápio, a amora pode ser consumida in natura ou em sucos, chás e receitas doces. Além do sabor, a fruta reúne compostos que ajudam a combater o envelhecimento precoce e doenças crônicas como diabetes e hipertensão. As folhas da amoreira também são aproveitadas, normalmente em chás ou extratos.
O que a fruta oferece
- Proteção contra o envelhecimento: os antioxidantes neutralizam radicais livres e ajudam a proteger as células, o que contribui para prevenir rugas e flacidez. Um estudo de 2019 mostrou que as antocianinas da fruta, depois de metabolizadas pela microbiota intestinal, geram compostos que combatem o estresse oxidativo.
- Diabetes e hipertensão: uma pesquisa de 2023 feita com camundongos indicou que os polifenóis da amora melhoram a função vascular, favorecendo a circulação e reduzindo a pressão arterial.
- Aliada do emagrecimento: com poucas calorias e bastante fibra, a fruta aumenta a saciedade e ajuda a controlar o apetite.
- Ação anti-inflamatória: estudos de 2018 apontaram que as antocianinas diminuem a produção de substâncias inflamatórias, com possível benefício até em condições como o lipedema, marcado pelo acúmulo anormal de gordura em certas partes do corpo.
- Intestino regulado: as fibras aumentam o volume das fezes e previnem a prisão de ventre, enquanto os polifenóis alimentam bactérias benéficas. Um estudo de 2022 observou que o consumo de amora estimula o crescimento dessas bactérias.
- Coração protegido: de acordo com um estudo de 2016, comer amoras reduziu de forma significativa o colesterol LDL, a pressão sistólica e a glicemia em jejum.
- Imunidade: a vitamina C fortalece as defesas do organismo e participa da produção de colágeno; o manganês contribui para a saúde dos ossos e para o bom funcionamento do sistema imunológico.
Por reunir tantos nutrientes, a amora é uma boa opção para quem busca uma alimentação equilibrada e pode ser incorporada de várias formas à rotina.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Calistemon/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)







