Grego ou skyr? O que esses iogurtes proteicos oferecem ao intestino e ao corpo

Os iogurtes do tipo grego e o skyr conquistaram espaço nos supermercados e na rotina de muitos brasileiros. O sucesso se explica pela concentração elevada de proteínas, pelo teor reduzido de gordura em algumas versões e pela presença de probióticos, microrganismos vivos que fazem bem principalmente ao intestino.
Qual a diferença entre eles
Iogurte grego: tem textura densa e cremosa, obtida com a retirada do soro na fabricação. É rico em proteínas e pode ter mais ou menos gordura conforme a versão (integral, semidesnatada ou desnatada). Também fornece cálcio e probióticos.
Skyr: de origem islandesa, é ainda mais espesso e proteico que o grego e naturalmente mais magro. Embora seja tratado como iogurte, tecnicamente é um queijo fresco. Contém cálcio e, em geral, culturas vivas benéficas.
Benefícios
- Intestino equilibrado: os probióticos ajudam a manter a microbiota intestinal, o que melhora a digestão, fortalece a imunidade e pode até influenciar o humor e a saúde mental;
- Mais proteína: em comparação com iogurtes comuns, favorecem a saciedade, a recuperação muscular após exercícios e a preservação da massa magra;
- Ossos fortes: o cálcio contribui para a prevenção da osteoporose, cuidado especialmente importante para idosos, mulheres e crianças em crescimento;
- Pouco açúcar, nas versões naturais: boa escolha para quem quer controlar o peso ou evitar picos de glicose;
- Lanche prático: podem ser consumidos puros ou com frutas, sementes e aveia.
Leia o rótulo
Muitas opções industrializadas trazem açúcar, aromatizantes e aditivos. A recomendação é preferir as versões naturais, com lista curta de ingredientes, e acrescentar em casa frutas ou um pouco de mel, se quiser mais sabor.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: IMG 4512/Wikimedia Commons (CC0)







