Kiko Caputo defende UBSs abertas até 22h, quatro novos hospitais e delegacia em cada região do DF

Kiko Caputo defende UBSs abertas até 22h, quatro novos hospitais e delegacia em cada região do DF

O candidato ao Governo do Distrito Federal Kiko Caputo (Novo) afirmou, em sabatina no SBT na quinta-feira (17/9), que pretende contratar mais médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem para a rede pública e recompor os efetivos das polícias Militar e Civil do DF, que, segundo ele, estão defasados.

Na saúde, Caputo propõe estender o horário das Unidades Básicas de Saúde até pelo menos as 22h e abri-las aos fins de semana. “No DF, quem tem dinheiro, tem médico; quem não tem, enfrenta fila para tratamento, fila para cirurgia, fila para consulta. A gente precisa acabar com essa pouca vergonha que virou a saúde pública daqui do Distrito Federal”, disse. Para ele, não há “passe de mágica”: “Primeiro, a gente precisa contratar urgentemente os nossos profissionais da área médica e, depois, dar um choque de gestão”.

O candidato quer construir ao menos quatro hospitais, um deles dedicado ao tratamento de câncer, e reforçar o controle de assiduidade dos profissionais. “A gente sabe que tem muito médico que entra no hospital público e vai atender no hospital particular, na clínica particular, no consultório próprio. A gestão passa por um controle de assiduidade de todos os profissionais”, afirmou.

Segurança

Além de recompor os quadros da PMDF e da PCDF, Caputo propõe uma delegacia da Polícia Civil em cada região administrativa, com salas de atendimento especializado para crianças, idosos, mulheres e pessoas em situação de rua. “Às vezes a delegacia é o único lugar que funciona 24 horas em uma região administrativa. A gente precisa dar essa sensação de segurança para a população”, disse. Ele também defende ampliar o videomonitoramento com câmeras equipadas com inteligência artificial.

Educação e transporte

Caputo prometeu ampliar creches e escolas em tempo integral perto das residências dos alunos, reformar ou construir salas de aula e melhorar as condições de trabalho dos professores, com monitores e salas de recursos para estudantes com necessidades específicas. “O governo está colocando em uma sala de aula quatro, cinco crianças com necessidades especiais sem treinar o professor, sem ter um monitor, e isso está adoecendo os professores”, criticou. No transporte, citou BRTs para a região norte do DF, Ceilândia e Sol Nascente e a extensão do metrô até o fim de Samambaia, Sol Nascente e Pôr do Sol.

Fonte: Metrópoles | Foto: Breno Esaki/Metrópoles

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