Memorial dos Povos Indígenas: espiral de Niemeyer inspirada em maloca Yanomami guarda arte plumária e máscaras do Xingu

Memorial dos Povos Indígenas: espiral de Niemeyer inspirada em maloca Yanomami guarda arte plumária e máscaras do Xingu

Construído em 1987, o Memorial dos Povos Indígenas tem projeto de Oscar Niemeyer em forma de espiral, inspirado nas malocas redondas dos Yanomami. O espaço busca mostrar, de forma dinâmica e viva, a diversidade e a riqueza da cultura indígena brasileira.

Com esse objetivo, o memorial promove eventos com a presença de representantes indígenas de diversas regiões do país. O acervo reúne peças de várias etnias, incluindo itens da coleção Darcy e Berta Ribeiro, com destaque para a arte plumária dos Urubu-Kaapor, bancos de madeira dos Yawalapiti, Kuikuro e Juruna, e máscaras e instrumentos musicais do Alto Xingu e do Amazonas.

História

No início da década de 1980, a Funai planejava levar o acervo do Museu do Índio, do Rio de Janeiro, para Brasília, e Niemeyer desenhou o novo prédio. A transferência não se concretizou, mas a ideia de criar um espaço cultural indígena na capital seguiu adiante.

A programação completa é divulgada no Instagram @memorialdospovosindigenas.

Serviço

  • Endereço: Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK – Brasília (DF), CEP 70070-300
  • Funcionamento: terça a domingo e feriados, das 9h às 17h
  • Telefone: (61) 3344-1154
  • Instagram: @memorialdospovosindigenas

Fonte: Visite Brasília – leia o conteúdo original | Foto: Cayambe/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

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