Por que o pistache virou tendência no Brasil e o que ele oferece à saúde

Por que o pistache virou tendência no Brasil e o que ele oferece à saúde

Antes visto como ingrediente exótico, o pistache passou a fazer parte da rotina de muitos brasileiros que buscam uma alimentação equilibrada. Fonte de proteínas, fibras, gorduras saudáveis e antioxidantes, a oleaginosa é versátil e combina com refeições e lanches. O consumo vem crescendo no país, puxado pela busca por uma dieta mais saudável e pela maior oferta no mercado.

O que o pistache tem de bom

  • Proteínas vegetais: cerca de 6 g em uma porção de 30 g, o que o torna uma boa opção para vegetarianos, veganos ou quem quer equilibrar proteínas animais e vegetais.
  • Gorduras insaturadas: predominam as mono e poli-insaturadas, que ajudam a reduzir o colesterol LDL e protegem o coração.
  • Fibras: aproximadamente 3 g por porção, contribuindo para o funcionamento do intestino, a saciedade e o controle da glicemia.
  • Antioxidantes: luteína, zeaxantina, vitamina E e polifenóis combatem radicais livres e favorecem a saúde dos olhos e da pele.
  • Micronutrientes: magnésio, fósforo, cobre, manganês, potássio e vitamina B6, importante para o metabolismo energético e a imunidade.

Por que o consumo cresceu

A popularização do pistache no Brasil tem explicações econômicas, culturais e de comportamento. A primeira é a valorização da alimentação saudável: o alimento se encaixa em padrões como low carb, plant-based e dieta mediterrânea. A segunda é a ampliação das importações, principalmente de Estados Unidos, Irã e Turquia, que tornou o produto mais fácil de encontrar em supermercados, empórios e lojas de produtos naturais.

As redes sociais e a confeitaria gourmet também deram visibilidade ao ingrediente, usado em pastas, sobremesas e pratos salgados. Além disso, por ser crocante e levemente adocicado, o pistache passou a substituir biscoitos, salgadinhos e outros lanches industrializados.

Como consumir

A oleaginosa pode ser comida ao natural entre as refeições, acrescentada a saladas, iogurtes e frutas, usada em receitas doces e salgadas, como risotos, molhos, tortas e bolos, ou transformada em pasta, nos moldes da manteiga de amendoim, para acompanhar pães e panquecas.

Como toda oleaginosa, porém, o pistache é calórico. A recomendação média é de 20 a 30 g por dia, o equivalente a um pequeno punhado. Consumido com equilíbrio, ele pode contribuir para a saúde do coração, do intestino e do metabolismo, dentro de uma alimentação variada e saborosa.

Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Kobi Schutz/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

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