Treinar demais também faz mal: entenda os limites da atividade física

Treinar demais também faz mal: entenda os limites da atividade física

A atividade física é peça-chave de um estilo de vida saudável e contribui para a qualidade de vida e o bem-estar. Mas a ideia de que quanto mais exercício, melhor, não se sustenta: em excesso, a prática pode trazer diversos prejuízos à saúde.

Leve, moderada ou intensa

O exercício pode ser feito em três intensidades, que se diferenciam pelo esforço exigido, percebido no aumento dos batimentos cardíacos e da respiração. Numa escala de 0 a 10:

  • Leve: esforço entre 1 e 4, com pequena elevação da frequência cardíaca e da respiração;
  • Moderada: esforço entre 5 e 6, com coração e respiração um pouco mais acelerados;
  • Intensa: esforço entre 7 e 8, com grande aumento da respiração e dos batimentos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos façam de 150 a 300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada, ou de 75 a 150 minutos de atividade intensa, ou ainda uma combinação equivalente das duas. Essas metas variam conforme características individuais, idade e tipo de exercício.

Também vale diferenciar os termos: atividade física é qualquer movimento que gaste energia, enquanto exercício físico é um movimento planejado, como a prática de um esporte. Todo exercício é atividade física, mas nem toda atividade física é exercício.

Cinco danos do excesso

  • Pode ser sinal de transtornos alimentares;
  • Prejuízos ao metabolismo;
  • Exaustão e fadiga;
  • Maior risco de lesões;
  • Alterações no sono e no apetite.

O exagero também pode favorecer problemas como depressão e ansiedade. A orientação é seguir as recomendações da OMS e buscar acompanhamento de profissionais de educação física e de nutrição para uma prática mais segura e saudável.

Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Nenad Stojkovic/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

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