Azeite extravirgem pode ir ao fogo? Nutricionistas explicam os benefícios

Azeite extravirgem pode ir ao fogo? Nutricionistas explicam os benefícios

Entre as gorduras usadas na cozinha, o azeite de oliva extravirgem é a opção mais indicada por nutricionistas e outros profissionais de saúde, tanto cru quanto aquecido. O motivo está no bom perfil de ácidos graxos e na elevada capacidade antioxidante e anti-inflamatória.

Pode aquecer?

Pode. No preparo doméstico, o aquecimento não altera de forma significativa o perfil de ácidos graxos do azeite extravirgem, ou seja, não há formação relevante de substâncias tóxicas por oxidação. O produto conserva cerca de 80% de suas propriedades, o que o torna seguro também para preparações quentes.

Benefícios associados ao azeite

  • Grande quantidade de compostos fenólicos;
  • Ação anti-inflamatória, antioxidante, antimicrobiana, anti-hipertensiva, antibacteriana e antifúngica;
  • Efeito protetor contra o câncer;
  • Ação neuroprotetora e analgésica;
  • Melhora da função endotelial;
  • Redução do colesterol ruim (LDL) sem afetar o colesterol bom (HDL).

Estudos como o PREDIMED indicam que incluir azeite de oliva na alimentação diária pode reduzir em cerca de 30% a incidência de doenças cardiovasculares, além de diminuir riscos de arritmia, doença coronariana, inflamação crônica, infarto e doenças degenerativas. A recomendação é incorporá-lo à rotina.

Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: ajay_suresh/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

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