Curcumina da cúrcuma é estudada por possíveis efeitos contra o envelhecimento

A cúrcuma, também chamada de açafrão-da-terra, vem sendo alvo de pesquisas científicas por causa da curcumina, seu principal composto ativo. O interesse está nos possíveis efeitos da substância sobre o envelhecimento, ligados às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Essas duas ações são relevantes porque o dano oxidativo às células e a inflamação crônica estão entre os processos associados ao envelhecimento do organismo.
Efeitos em estudo
- Menos estresse oxidativo: a curcumina neutraliza radicais livres, que danificam as células e aceleram o envelhecimento.
- Controle da inflamação: a inflamação crônica de baixo grau contribui para o envelhecimento, e o composto ajuda a inibir vias inflamatórias.
- Coração e vasos: ao melhorar a função do endotélio, o revestimento interno dos vasos, e reduzir a oxidação do colesterol LDL, pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares.
- Proteção do cérebro: por conseguir atravessar a barreira hematoencefálica, a curcumina tem mostrado potencial para proteger contra o declínio cognitivo e doenças como o Alzheimer.
- Ação sobre genes: estudos indicam que ela pode influenciar a expressão de genes ligados ao envelhecimento, contribuindo para a função celular e a longevidade.
O desafio da absorção
Apesar dos resultados promissores, a curcumina tem baixa biodisponibilidade, ou seja, o corpo não a absorve com eficiência. Por isso, os cientistas continuam pesquisando maneiras de melhorar a absorção e a eficácia do composto.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Simon A. Eugster/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)







