Dengue: respostas para as perguntas que os brasileiros mais fazem na internet

O avanço da dengue fez disparar as dúvidas da população. Em 12 meses, as pesquisas na internet sobre a doença transmitida pelo Aedes aegypti ficaram seis vezes mais frequentes. No momento do levantamento, o Brasil somava 392.724 casos prováveis e 53 mortes confirmadas, segundo o Ministério da Saúde.
As buscas mais comuns no Google giram em torno de sintomas, vacina, transmissão, diagnóstico e prevenção. Veja as respostas.
Transmissão e exames
- A dengue passa de uma pessoa para outra? Não. O contágio acontece apenas pela picada da fêmea do Aedes aegypti infectada pelo vírus.
- O exame fica pronto na hora? Depende do tipo. O teste rápido dá resultado em cerca de 15 minutos. O RT-PCR pode levar até cinco dias e a sorologia, até oito dias.
Sintomas e coceira
- Quais são os sintomas? Os mais comuns são febre alta, mal-estar, cansaço, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, falta de apetite, náusea, vômitos e manchas vermelhas na pele. Sinais mais graves exigem atendimento médico imediato.
- Como aliviar a coceira? Compressas frias no local ou pomadas antialérgicas, como a Polaramine, costumam ser indicadas, mas é essencial ter orientação médica para um tratamento seguro.
Vacinas e repelentes
- Tem vacina na rede particular? Sim. Estão disponíveis a Qdenga e a Dengvaxia, cada uma com indicações próprias de idade e de histórico de infecção. Na época, a Qdenga custava entre R$ 349,90 e R$ 470, e a Dengvaxia, entre R$ 400 e R$ 500, conforme o estabelecimento.
- Qual repelente usar? Os mais recomendados contra o Aedes aegypti são os que têm DEET, IR3535 ou icaridina. Repelentes caseiros não têm eficácia comprovada, e o uso deve seguir orientação de um profissional de saúde.
Com os casos em alta, informação de qualidade e medidas de prevenção seguem como as principais ferramentas para enfrentar a doença.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: US Department of Agriculture/Wikimedia Commons (Domínio público)







