Glitter na folia: como brilhar sem irritar a pele e os olhos

No Carnaval, glitter e maquiagem carregada fazem parte da fantasia, mas o brilho pede alguns cuidados para não terminar em irritação, alergia ou problemas nos olhos. O primeiro deles é usar apenas produtos feitos para a pele, conferindo procedência e prazo de validade. Itens vencidos ou de origem desconhecida aumentam o risco de reações e de dermatite de contato.
Escolha o glitter certo
O mais seguro é o glitter cosmético, desenvolvido para uso na pele. O glitter de papelaria, ou qualquer outro que não seja indicado para cosméticos, pode ser mais agressivo, principalmente em regiões sensíveis. Por isso, evite aplicar em mucosas e ao redor dos olhos, da boca e da região genital, onde a pele é mais delicada.
Cuidado com os fixadores
Muita gente recorre a cola, spray ou outros fixadores para prender o brilho, mas esses produtos podem causar sensibilidade, sobretudo nas pálpebras. Prefira fixadores próprios para maquiagem ou opções mais suaves, como primer e hidratantes adequados ao seu tipo de pele. Quem tem histórico de alergia deve testar antes em uma pequena área.
Sol também é risco
Como a folia costuma ser ao ar livre, a proteção solar entra na rotina. Uma sequência simples ajuda:
- limpar a pele;
- hidratar para reforçar a barreira cutânea;
- aplicar protetor solar;
- só então fazer a maquiagem e colocar o glitter;
- reaplicar o protetor ao longo do dia, já que suor, calor e sol podem agravar irritações e favorecer manchas.
Na hora de tirar
Não esfregue com força. Remova o glitter com delicadeza, de preferência com demaquilante oleoso ou óleo de limpeza, que solta as partículas com menos atrito. Depois, lave com sabonete suave e finalize com hidratante. Se surgir vermelhidão intensa, coceira persistente, ardor, inchaço ou irritação nos olhos, interrompa o uso, lave a região e procure orientação profissional caso os sintomas não melhorem.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Inkwina/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)







