Alimentação anti-inflamatória: o que colocar no prato e o que evitar

A alimentação anti-inflamatória busca reduzir a inflamação no organismo e está associada à prevenção de diversas doenças, como as crônicas não transmissíveis, problemas cardiovasculares, hipertensão, resistência à insulina, diabetes tipo 2, obesidade, doenças neurológicas, depressão, ansiedade e até alguns tipos de câncer.
Sinais de um corpo inflamado
Quando o organismo está inflamado, surgem alterações que indicam que algo não vai bem, com impacto na qualidade e na expectativa de vida. Entre os sinais mais comuns estão mudanças na permeabilidade e no funcionamento do intestino, energia baixa ou oscilante ao longo do dia, excesso de oleosidade na pele e no cabelo, o que favorece a acne, e olheiras marcadas. Estudos recentes mostram que esses sintomas pioram com um padrão alimentar mais inflamatório.
O que incluir
- Gorduras mono e poli-insaturadas: azeite de oliva extravirgem, nozes, amêndoas, abacate, sementes de abóbora ou girassol e peixes como salmão e atum.
- Frutas, verduras e legumes: ricos em vitaminas, minerais e compostos bioativos que ajudam a reduzir a inflamação.
- Carboidratos complexos: cereais integrais, arroz e pão integrais, aveia e tubérculos como mandioca, batata-doce, mandioquinha e inhame, especialmente nas primeiras horas do dia, para garantir energia.
O que evitar
Alguns alimentos favorecem processos inflamatórios e devem ser limitados: bebidas alcoólicas, refrigerantes e sucos adoçados, carboidratos refinados (pão branco, massas brancas, biscoitos, doces, bolos e sorvetes), carnes processadas como peito de peru, mortadela e salsicha, salgadinhos industrializados e produtos com gordura parcialmente hidrogenada.
Refeições equilibradas e ricas em alimentos antioxidantes ajudam a diminuir ou prevenir a inflamação no dia a dia.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Baileynorwood/Wikimedia Commons (CC0)







