Insônia: como a alimentação pode ajudar ou atrapalhar a qualidade do sono

Dormir mal compromete a qualidade de vida e dificulta o alcance de qualquer meta, seja no trabalho, nos estudos ou nos treinos. Uma noite mal dormida pode desencadear uma série de efeitos no organismo.
Efeitos do sono inadequado
- Alterações hormonais, incluindo nos hormônios que regulam fome e saciedade;
- Estresse, cansaço ao longo do dia e fadiga;
- Maior vontade de comer doces e baixa produção de energia;
- Acúmulo de gordura visceral;
- Queda no rendimento dos treinos;
- Baixa autoestima e dificuldade de concentração.
Alimentos que favorecem o descanso
A nutrição tem papel importante na regulação do sono. Certos alimentos estimulam a produção de triptofano e, consequentemente, de melatonina, hormônio ligado ao descanso. Entre eles estão frutas como kiwi, banana e cereja; carboidratos complexos como aveia e farelos; nozes; salmão; tomate; grão-de-bico; e chás de efeito relaxante, como mulungu, camomila, erva-cidreira, melissa e maracujá.
O que evitar perto da hora de dormir
Da mesma forma, alguns itens pioram a qualidade do sono por terem ação estimulante ou energética. O ideal é evitá-los próximo ao momento de deitar: chocolate, café, chás preto, verde ou mate, chimarrão, bebidas energéticas, guaraná e refrigerantes à base de cola. Comer em excesso à noite também atrapalha, e a proteína animal no jantar deve ser avaliada com a nutricionista para não gerar carências. O consumo exagerado de alimentos alergênicos é outro fator que pode prejudicar o descanso.
Para o bom funcionamento do organismo, o plano alimentar deve incluir nutrientes como triptofano, piridoxina, ácido fólico, cobalamina, niacina e ômega-3. A recomendação é procurar uma nutricionista, que poderá fazer uma avaliação metabólica e indicar quantidades e a distribuição adequada desses nutrientes de forma individualizada.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Rachel Calamusa/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)







