Intestino irritável atinge cerca de 2 milhões de brasileiros; saiba sintomas e cuidados

Intestino irritável atinge cerca de 2 milhões de brasileiros; saiba sintomas e cuidados

A síndrome do intestino irritável (SII) afeta cerca de 2 milhões de brasileiros. Muitos nem sabem que têm o problema e convivem com sintomas que atrapalham a qualidade de vida. Conhecer a condição e as opções de tratamento é o primeiro passo, e mudanças na alimentação e no estilo de vida têm papel importante.

Sintomas e diagnóstico

A SII pode se manifestar de várias formas:

  • dor abdominal;
  • prisão de ventre ou diarreia;
  • inchaço e cansaço;
  • alterações emocionais, como depressão e ansiedade.

O diagnóstico deve ser feito por um médico, que avalia o conjunto de sintomas e solicita exames para descartar outras doenças.

Possíveis causas

Entre os fatores associados à síndrome estão movimentos intestinais alterados, maior sensibilidade dos nervos, desequilíbrio de neurotransmissores, infecções, inflamações e questões psicológicas. Todos eles têm relação com a saúde da microbiota intestinal, o conjunto de bactérias e fungos benéficos que vivem no intestino.

Caminhos de tratamento

O tratamento convencional costuma incluir remédios para aliviar os sintomas. Estudos, porém, sugerem que fortalecer a microbiota pode ser uma estratégia mais eficaz, que vai além do controle das queixas.

A atividade física regular ajuda a reduzir a depressão e outros problemas emocionais e também estimula o funcionamento do sistema digestivo e os movimentos do intestino. Na alimentação, a orientação é aumentar o consumo de fibras, com frutas, verduras e grãos integrais, e reduzir industrializados, frituras e outras substâncias prejudiciais. Procurar um nutricionista para orientação individual e avaliar, com ele, o uso de suplementos pode potencializar os resultados.

Combinar dieta adequada, exercícios e acompanhamento profissional é, segundo o texto, a forma mais completa e duradoura de lidar com a síndrome do intestino irritável.

Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: U.S. Food and Drug Administration/Wikimedia Commons (Domínio público)

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