Mel pode favorecer as bactérias benéficas do intestino

Além de adoçar, o mel pode contribuir para uma microbiota intestinal saudável. Produzido pelas abelhas a partir do néctar das flores, ele é transformado, combinado com substâncias próprias desses insetos e amadurecido nos favos da colmeia. Na cozinha, pode substituir o açúcar em diversas receitas.
Um alimento prebiótico
Diversos estudos classificam o mel como prebiótico por conter oligossacarídeos, pequenos açúcares em grande parte não digeríveis. Eles podem estimular o crescimento de lactobacilos e bifidobactérias, micro-organismos benéficos associados a melhorias na flora gastrointestinal.
Vale entender a diferença: probióticos são as bactérias boas que vivem no organismo; prebióticos são o “alimento” delas. Juntos, ajudam na defesa contra patógenos, na modulação da imunidade, na absorção de vitaminas e minerais e na manutenção da saúde do intestino, entre outras funções.
Ação antimicrobiana
O mel também tem componentes antimicrobianos, que podem agir em conjunto com os probióticos contra alguns agentes causadores de doenças. A composição nutricional — e, portanto, os efeitos no organismo — varia conforme a origem do pólen, o processamento, o armazenamento e as condições ambientais.
A ressalva é importante: nenhum alimento isolado resolve. Manter o intestino saudável depende de uma alimentação equilibrada como um todo.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Nic McPhee/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)







