Deficiência de vitamina D atinge a maior parte da população mundial, aponta estudo

Fundamental para o bom funcionamento do organismo, a vitamina D vem aparecendo em níveis cada vez mais baixos na população, segundo especialistas. Um levantamento divulgado no Journal of Nutrition mostrou que 88% das pessoas no mundo estão com a concentração da substância abaixo do recomendado.
Quais são os valores de referência
Para pessoas saudáveis com menos de 65 anos, o indicado é manter o nível acima de 20 ng/ml. Já para quem passou dessa idade ou tem condições que dificultam a absorção do nutriente, a faixa recomendada fica entre 30 e 60 ng/ml. Entre esses grupos estão pessoas com obesidade, insuficiência hepática ou doenças inflamatórias intestinais, além de quem passou por cirurgia bariátrica.
Pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), fala-se em insuficiência quando a concentração no sangue fica abaixo de 30 ng/ml, e em insuficiência grave quando o resultado é inferior a 10 ng/ml. Valores a partir de 30 ng/ml são considerados normais, com limite máximo de 100 ng/ml.
Sol e alimentação
O corpo fabrica a vitamina D principalmente a partir da exposição ao sol. Outra forma de obtê-la é pela dieta, com destaque para:
- peixes gordurosos, como o salmão;
- gema de ovo;
- cogumelos;
- fígado bovino;
- leite e derivados.
O problema é que a rotina moderna costuma reduzir o tempo ao ar livre e nem sempre favorece uma alimentação equilibrada. Esses dois fatores são apontados como os principais responsáveis pela deficiência observada na população. Por isso, a orientação é incluir diariamente alimentos ricos no nutriente no cardápio.
Fonte: Bem-Estar DF – leia o conteúdo original | Foto: Prayitno/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)







