Vicente Pires recebe obras de drenagem e pavimentação com investimento de R$ 58,8 milhões

As obras de infraestrutura urbana no Lote 2 de Vicente Pires, na Colônia Agrícola Samambaia, estão concentradas nas frentes de drenagem, pavimentação e preparação das vias. Neste momento, máquinas e trabalhadores atuam em chácaras no entorno da Avenida da Misericórdia e em trechos da Avenida do Contorno. A etapa atual abre caminho para ruas mais seguras, acessíveis e preparadas para o período chuvoso.
O investimento previsto para a região é de R$ 58,8 milhões. O projeto inclui 12,6 quilômetros de redes para captar a água das chuvas, 83,4 mil metros quadrados de pavimentação, calçadas acessíveis e meios-fios, com o objetivo de reduzir alagamentos. O Lote 2 abrange a Avenida da Misericórdia, a Avenida Contorno, a Avenida Flor da Índia e as chácaras próximas. A obra atende cerca de 29 mil pessoas e integra a fase final da urbanização de Vicente Pires.
Na Avenida da Misericórdia, há serviços em três pontos. Na Chácara 116, as redes de água e esgoto estão concluídas, e as galerias de águas pluviais só serão instaladas depois do período chuvoso. “Não vamos iniciar as obras de drenagem neste momento para não impactar diretamente a comunidade. Para melhorar a situação da rua, vamos instalar pavimento provisório”, explica o secretário executivo de Obras, Erinaldo Sales.
Na Chácara 114F, as equipes instalam o piso intertravado. Já na Chácara 59, a drenagem e a base do pavimento que receberá os blocos intertravados estão concluídas.
Na Avenida Contorno, os trabalhadores atuam na pavimentação de um trecho de 250 metros. Segundo Sales, a estrutura do pavimento foi alterada para acelerar a execução: nos próximos dias será aplicada a última camada de base, seguida da instalação do pavimento asfáltico. O secretário afirma que as frentes de serviço em andamento serão concluídas nos próximos dias, seguindo-se as demais etapas da obra.
Com a execução dos serviços, a Colônia Agrícola Samambaia terá vias pavimentadas, drenagem para a água das chuvas, calçadas e sinalização, substituindo os transtornos causados por lama e poeira por uma estrutura urbana mais adequada ao crescimento da região.
Com informações de Agência Brasília (Secretaria de Obras do DF).







