Kiko Caputo promete reduzir em 80% o fechamento de pequenas empresas no DF

O candidato do Novo ao Governo do Distrito Federal (GDF), Kiko Caputo, defendeu neste sábado (26/9) a ampliação do microcrédito e do crédito produtivo orientado para pequenos empreendedores. As propostas foram apresentadas durante agendas de campanha em Taguatinga e Ceilândia.
Em Taguatinga, Caputo disse que pretende aperfeiçoar programas como o Fundo para a Geração de Emprego e Renda do DF (Funger) e o Prospera. As metas são cortar pela metade o tempo para abrir e regularizar micro e pequenas empresas de baixo risco e reduzir em 80% a taxa de mortalidade desses negócios.
Metrô, saúde e drenagem
Para a mobilidade, o candidato propõe expandir o Metrô e integrá-lo melhor às linhas de ônibus, além de implantar a Estrada Parque Brazlândia e reorganizar os acessos pela Via Estrutural, pela BR-070 e pela BR-080.
Na saúde, a ideia é transformar gradualmente as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em “UBS Plena”, com mais consultas, exames, ações de prevenção e acompanhamento dos pacientes, apoiadas por ferramentas digitais, telemedicina e atendimento remoto de especialistas.
Contra os alagamentos, Caputo fala em modernizar a drenagem urbana e criar áreas e parques de infiltração. Na segurança, promete policiamento de proximidade, mais iluminação, fiscalização e videomonitoramento em áreas comerciais.
Propostas para Ceilândia
Em Ceilândia, o candidato prometeu um novo hospital para a cidade e o Programa Saúde Integral da Mulher Brasiliense, voltado à prevenção, ao diagnóstico, ao tratamento e ao acompanhamento.
Ele também propõe levar o metrô até o fim de Ceilândia, ao Pôr do Sol e ao Sol Nascente, com melhorias viárias que criem rotas alternativas entre a região, Brazlândia, Taguatinga e o Plano Piloto.
Na segurança, Caputo defende o uso de inteligência e análise de dados para orientar o policiamento de proximidade, além de melhor iluminação e manutenção das praças. As propostas incluem ainda mais vagas na educação infantil, cursos de qualificação profissional, o fortalecimento dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e a ampliação da busca ativa por famílias em situação de vulnerabilidade.
Fonte: Metrópoles – leia a matéria original | Foto: Patrick Grosner/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)







