Super Soco CPX: a moto elétrica mais vendida do Brasil roda 140 km com duas baterias

É a moto elétrica mais vendida do Brasil — e não é por acaso. A Super Soco CPX, da VMoto, entrega desempenho equivalente ao de uma 125 cc, aceita duas baterias e roda até 140 km sem passar perto de um posto.
Ela custa R$ 39.990 e é a escolha preferida de quem trabalha com entregas na cidade — gente que roda o dia inteiro e faz a conta do combustível todo mês.

Até 7.000 W na versão PRO
O motor entrega 4.000 W na configuração padrão e 7.000 W na versão PRO, que atinge 90 km/h. É desempenho comparável ao de uma motocicleta 125 cc a combustão — com a diferença de que o torque está todo disponível desde o primeiro giro.
Em saídas de semáforo e em ultrapassagens curtas na cidade, a CPX simplesmente não tem concorrência na sua categoria.
Uma ou duas baterias: você escolhe a autonomia
Esse é o grande trunfo da CPX. Com uma bateria de íon-lítio, ela roda até 70 km. Com duas, chega a 130 a 140 km — número que cobre um dia inteiro de entregas sem parar para recarregar.
E, como as baterias são removíveis, dá para deixar uma carregando em casa enquanto a outra trabalha na moto. Para quem vive do delivery, isso muda completamente a operação.

Por que ela lidera o mercado
A VMoto é hoje a marca com maior participação nas vendas de motos elétricas no Brasil, com cerca de oito modelos no portfólio e rede de assistência autorizada. Para quem vai depender da moto para trabalhar, ter onde fazer manutenção e encontrar peças pesa tanto quanto a ficha técnica.
Na linha, há ainda a TSX, opção mais acessível (de R$ 16.900 a R$ 27.000, conforme versão e ano) para quem faz trajetos mais curtos.

Ficha técnica resumida
- Preço: R$ 39.990 (CPX)
- Motor: 4.000 W (padrão) ou 7.000 W (PRO)
- Velocidade máxima: 90 km/h (CPX PRO)
- Bateria: íon-lítio removível, uma ou duas unidades
- Autonomia: até 70 km (uma bateria) ou 130 a 140 km (duas)
- Desempenho equivalente: motocicleta 125 cc
- Alternativa na linha: Super Soco TSX, de R$ 16.900 a R$ 27.000
Vale a pena?
Se você usa a moto para trabalhar, a conta é simples: o custo de recarga é uma fração do combustível, não há troca de óleo, vela, filtro nem corrente, e a autonomia com duas baterias cobre um turno inteiro. É por isso que a CPX virou a moto elétrica mais vendida do país.
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Fotos: Wikimedia Commons. Preços e especificações referentes a setembro/2026 e sujeitos a alteração sem aviso prévio. Este portal não possui vínculo comercial com a fabricante.







